Publicado há 3 semanas
Eles se amam. Todo mundo sabe mas ninguém acredita. Não conseguem ficar juntos. Simples. Complexo. Quase impossivel. Ele continua vivendo sua vidinha idealizada e ela continua idealizando sua vidinha. Alguns dizem que isso jamais daria certo. Outros dizem que foram feitos um para o outro. Eles preferem não dizer nada. Preferem meias palavras e milhares de coisas não ditas. Ela quer atitudes, ele quer ela. Todas as noites ela pensa nele, e todas as manhãs ele pensa nela. E assim vão vivendo até quando a vontade de estar com o outro for maior do que os outros. Enquanto o mundo vive lá fora, dentro de cada um tem um pedaço do outro. E mesmo sorrindo por ai, cada um sabe a falta que o outro faz. Nunca mais se viram, nunca mais se tocaram e nunca mais serão os mesmos. É fácil porque os dias passam rápidos demais, é dificil porque o sentimento fica, vai ficando e permanece dentro deles. E todos os dias eles se perguntam o que fazer. E imaginam os abraços, as noites com dores nas costas esquecidas pelo primeiro sorriso do outro. E que no momento certo se reencontrem e que nada, nada seja por acaso.
Publicado há 1 mês

“Você pediu pra eu ficar – eu fiquei; mesmo sabendo que ao passar dos dias nós voltaríamos para o mesmo lugar – aonde eu quero ir embora pelo meu orgulho ferido, e você me pedindo pra ficar, com o seu jeito de cachorrinho morto.  Eu jurei que seria a nossa ultima reconciliação, mas ontem você aprontou a mesma coisa que semana passada, e usou as mesmas desculpas, e eu senti as mesmas coisas, usei as mesmas palavras. E fiquei. Como sempre fico. Fiquei porque eu já havia me acostumado com o nosso ciclo vicioso.  Fiquei porque você demonstrava mais afeto por mim no dia em que tu aprontavas.  Fiquei porque já havia entrado na rotina o “perdão e a reconciliação”. Fiquei por medo de ficar sozinha, e te encontrar na outra semana nos braços de outra qualquer.  Fiquei porque eu achava que não havia mais escolha – ou era você, ou você. No começo eu achava que pegava pesado contigo, que tu não merecias tantas cobranças feitas por mim. Sério, você sempre conseguiu fazer me sentir culpada de tudo. Culpada por não ter te ligado, culpada pelas brigas, culpada pelo dia. Culpada por tudo. E na real? Eu confesso. Eu fui uma completa tonta em deixar você me alienar desse jeito. Eu amei você. Esse é o “x” da questão, eu te amei até quando não deveria. E o principal. Amei-te quando tu não merecias. Na verdade, tu nunca mereceste um amor como meu. Um amor que foi capaz de cegar os olhos para sucumbir seus erros, e ao mesmo tempo, abrir os olhos para os seus gracejos. Um amor que foi capaz de sair de sua zona de conforto pra viver rodeados de espinhos.  Um amor que outrora não conhecia o que era malicia e qual efeito ele causava, mas que hoje, tem medo de fechar os olhos e encontrar algo que faça lembrar você. Enfim. Um amor que você foi incapaz de sentir um terço sequer, nem metade, nem meio, nem de lado, nem redondo. Nada. Absolutamente nada. O pior de tudo é que, se nós brigássemos agora – nesse instante,  pelos mesmos motivos, eu te aceitaria de volta. É isso. Eu te aceitaria mesmo sabendo que na outra semana que irá passar, tu cometerias os mesmos erros, e viria até mim com as mesmas desculpas esfarrapadas, eu derramaria muitas e outras lagrimas, me faria de difícil, mas no fim, eu abriria a porta de minha alma para você, outra vez. É que.. se não tiver você e seus erros, eu não vou ter do que reclamar pra meio mundo. Se não tiver você, não vai haver mais graça em ouvir musicas e ler livros de romances. Se não tiver você.. não vou ter do que reclamar. Sabe aquela história de que, tem gente que gosta do que não presta? É mais ou menos isso. Aliás, nunca disse que prefiro mansidão ao invés de tempestade. Nunca disse que prefiro chá ao invés de uma dose de café amargo. Foi por isso e dentre outros motivos que me apaixonei por você. Porque com você eu tive altos e baixos. Uma hora nosso amor estava no ápice, e em outro momento, estava preste a se desmoronar. Nunca entendi esse teu jeito torto, ou incorreto de demonstrar algum tipo de afeto por mim. Havia momentos em que, só com a ternura de seu olhar me deixava sem fôlego algum, e em outros, nem com um beijo longo me tirava um suspiro se quer. A grande e mínima diferença entre nós dois é que, eu amei você o tempo todo, não teve pausas, nem recusa de afeto e carinho algum. Fiz de mim o seu porto seguro, mesmo você se desfazendo de todo o esforço que eu fazia por nós. Tá bom eu sei, era quase impossível notar os meus esforços. Ah! Mas cá entre nós, você se quer fazia questão de notar. Você é daqueles que só acredita vendo – apalpando. Eu dizia que as roseiras de nossa saleta eram minhas prediletas como pretexto pra tu me perguntar qual era o motivo de acha-las entre tantas outras.. as minhas prediletas, e poder dizer que o motivo era que, elas me lembravam o seu cheiro; cheiro de folha molhada, único. Mas de você não saía nada além de “hm” ou um longo arfar, como se eu estivesse o importunando. E você? Tu me amavas quando o sol já havia dado o seu toque de recolher, e a lua já estava descansando. Tu me amavas quando você queria “descarregar todas as suas energias”. Tu me amavas quando eu dizia que iria embora e nunca mais queria vê-lo na minha frente.  Era assim que tu me amavas, quando era conveniente para você e seu ego enfadado. E sabe o que é pior? É que caso, porventura a gente brigue – outra vez, e na hora você me pedir pra ficar, eu fico.” - Objetivar

“Você pediu pra eu ficar – eu fiquei; mesmo sabendo que ao passar dos dias nós voltaríamos para o mesmo lugar – aonde eu quero ir embora pelo meu orgulho ferido, e você me pedindo pra ficar, com o seu jeito de cachorrinho morto.  Eu jurei que seria a nossa ultima reconciliação, mas ontem você aprontou a mesma coisa que semana passada, e usou as mesmas desculpas, e eu senti as mesmas coisas, usei as mesmas palavras. E fiquei. Como sempre fico. Fiquei porque eu já havia me acostumado com o nosso ciclo vicioso.  Fiquei porque você demonstrava mais afeto por mim no dia em que tu aprontavas.  Fiquei porque já havia entrado na rotina o “perdão e a reconciliação”. Fiquei por medo de ficar sozinha, e te encontrar na outra semana nos braços de outra qualquer.  Fiquei porque eu achava que não havia mais escolha – ou era você, ou você. No começo eu achava que pegava pesado contigo, que tu não merecias tantas cobranças feitas por mim. Sério, você sempre conseguiu fazer me sentir culpada de tudo. Culpada por não ter te ligado, culpada pelas brigas, culpada pelo dia. Culpada por tudo. E na real? Eu confesso. Eu fui uma completa tonta em deixar você me alienar desse jeito. Eu amei você. Esse é o “x” da questão, eu te amei até quando não deveria. E o principal. Amei-te quando tu não merecias. Na verdade, tu nunca mereceste um amor como meu. Um amor que foi capaz de cegar os olhos para sucumbir seus erros, e ao mesmo tempo, abrir os olhos para os seus gracejos. Um amor que foi capaz de sair de sua zona de conforto pra viver rodeados de espinhos.  Um amor que outrora não conhecia o que era malicia e qual efeito ele causava, mas que hoje, tem medo de fechar os olhos e encontrar algo que faça lembrar você. Enfim. Um amor que você foi incapaz de sentir um terço sequer, nem metade, nem meio, nem de lado, nem redondo. Nada. Absolutamente nada. O pior de tudo é que, se nós brigássemos agora – nesse instante,  pelos mesmos motivos, eu te aceitaria de volta. É isso. Eu te aceitaria mesmo sabendo que na outra semana que irá passar, tu cometerias os mesmos erros, e viria até mim com as mesmas desculpas esfarrapadas, eu derramaria muitas e outras lagrimas, me faria de difícil, mas no fim, eu abriria a porta de minha alma para você, outra vez. É que.. se não tiver você e seus erros, eu não vou ter do que reclamar pra meio mundo. Se não tiver você, não vai haver mais graça em ouvir musicas e ler livros de romances. Se não tiver você.. não vou ter do que reclamar. Sabe aquela história de que, tem gente que gosta do que não presta? É mais ou menos isso. Aliás, nunca disse que prefiro mansidão ao invés de tempestade. Nunca disse que prefiro chá ao invés de uma dose de café amargo. Foi por isso e dentre outros motivos que me apaixonei por você. Porque com você eu tive altos e baixos. Uma hora nosso amor estava no ápice, e em outro momento, estava preste a se desmoronar. Nunca entendi esse teu jeito torto, ou incorreto de demonstrar algum tipo de afeto por mim. Havia momentos em que, só com a ternura de seu olhar me deixava sem fôlego algum, e em outros, nem com um beijo longo me tirava um suspiro se quer. A grande e mínima diferença entre nós dois é que, eu amei você o tempo todo, não teve pausas, nem recusa de afeto e carinho algum. Fiz de mim o seu porto seguro, mesmo você se desfazendo de todo o esforço que eu fazia por nós. Tá bom eu sei, era quase impossível notar os meus esforços. Ah! Mas cá entre nós, você se quer fazia questão de notar. Você é daqueles que só acredita vendo – apalpando. Eu dizia que as roseiras de nossa saleta eram minhas prediletas como pretexto pra tu me perguntar qual era o motivo de acha-las entre tantas outras.. as minhas prediletas, e poder dizer que o motivo era que, elas me lembravam o seu cheiro; cheiro de folha molhada, único. Mas de você não saía nada além de “hm” ou um longo arfar, como se eu estivesse o importunando. E você? Tu me amavas quando o sol já havia dado o seu toque de recolher, e a lua já estava descansando. Tu me amavas quando você queria “descarregar todas as suas energias”. Tu me amavas quando eu dizia que iria embora e nunca mais queria vê-lo na minha frente.  Era assim que tu me amavas, quando era conveniente para você e seu ego enfadado. E sabe o que é pior? É que caso, porventura a gente brigue – outra vez, e na hora você me pedir pra ficar, eu fico.” - Objetivar

Publicado há 1 mês

Queira o bem. Seja firme. Seja forte. E calada. Não se afaste das pessoas que querem o seu bem. Na hora difícil, se apegue a Deus e aqueles que querem o seu bem. Não deixe que o ódio conheça o seu coração e estacione dentro dele. Não alimente-o. Seja indiferente. Faça o bem. Tenha sede de crescer, pra aprender… saiba lidar com o Amor. Quando ele bater na sua parta, abra. Seja educada e cuidadosa com ele… o Amor é bom, mas às vezes, machuca. E faz a gente perder o controle. Transforme mágoa em nada, ou em Amor, melhor. Sofrer dói… dói sim. Mas no final, a recompensa é maior, é melhor. É um terremoto de sensações, de sentimentos, mas no fim de tudo isso, vem como calmantes. Como terapia. Não se prenda ao Amor-adolescente-não-correspondido. Marca, mas passa. Não é único. E lembre-se sempre: acima de tudo e todos, tem um Deus que traçou nossos caminhos sempre pro Bem. Não desvie o caminho, não saia do trilho exageradas vezes. Mas às vezes é bom, faz bem. Se perca, mas quando tiver que se encontrar, não bote o orgulhoso no meio. A vida é só uma, amores são muitos e ninguém consegue viver sem.

J.

Publicado há 1 mês
Não tenha medo! Você vai encontrar um jeito certo, embora não exista o jeito certo. Mas você vai encontrar o seu jeito, e é ele que importa.
Publicado há 2 meses
Ela o amava. Ele a amava também. E ainda, que essa coisa, o amor, fosse complicada demais para compreender e detalhar nas maneiras tortuosas como acontece, naquele momento em que acontecia dentro do sonho, era simples. Boa, fácil, assim era. Ela gostava de estar com ele, ele gostava de estar com ela. Isso era tudo.
Publicado há 2 meses
Acontece que sempre foi você. Foi você quando eu passei a ouvir as músicas da banda que te agradava. Foi você quando eu olhei para trás ao dizer o último adeus. Foi você quando fui dormir tarde da noite. Foi você quando nada parecia fazer sentido. E ainda é você. E ainda sou eu, juntamente com aqueles restos de nós que ficaram espalhados pelo chão.
500 Days of Summer   (via sociedadedospoetasmortos)
Publicado há 2 meses
- Você sorria muito né?
- Sofria.
- Eu disse sorria e não sofria.
- Foi o que eu disse. Sofria, sorria, mentia, mas ninguém precisava saber.
Thiara Macedo (sdpm)
Publicado há 2 meses

Não é que seja egoísmo mas, quando algo é meu uma vez, se torna meu para sempre. Digo, se eu estiver namorando e terminarmos hoje, ele ainda continuará sendo meu amanhã. Se eu estiver sem falar com minha melhor amiga por causa de uma briga, FODA-SE, ela continuará sendo minha sempre. E mesmo se a pessoa não souber da minha existência e eu disser que ela é minha, é minha e pronto. Acabou. Fim de papo. Odeio essa ideia de dividir, compartilhar e distribuir. Não gosto de nada pela metade; gosto do inteiro, do completo, do todo. E se tudo isso for uma puta possessividade, só lamento. Até porque, me educaram para dividir coisas e não pessoas. - Thiara Macedo (sdpm)

Não é que seja egoísmo mas, quando algo é meu uma vez, se torna meu para sempre. Digo, se eu estiver namorando e terminarmos hoje, ele ainda continuará sendo meu amanhã. Se eu estiver sem falar com minha melhor amiga por causa de uma briga, FODA-SE, ela continuará sendo minha sempre. E mesmo se a pessoa não souber da minha existência e eu disser que ela é minha, é minha e pronto. Acabou. Fim de papo. Odeio essa ideia de dividir, compartilhar e distribuir. Não gosto de nada pela metade; gosto do inteiro, do completo, do todo. E se tudo isso for uma puta possessividade, só lamento. Até porque, me educaram para dividir coisas e não pessoas. - Thiara Macedo (sdpm)

Publicado há 2 meses

Percebi que em meio as nossas despedidas você sempre diz “se cuida”, e me dá um aperto no coração. Um aperto de não querer te deixar ir ou eu ir, de querer ficar mais e jogar conversa fora, ou então ficar só por ficar. Tá que nem sempre tínhamos papo, mas até com o nosso silêncio eu me contentava. Muitas vezes me incomodava, mas também me confortava. E sempre que começávamos a nos despedir, e você vinha com aquele papinho de “se cuida”, minha vontade era de gritar “FICA MAIS UM POUQUINHO PRA ME CUIDAR!”. Mas eu nunca dizia nada, e no fim morria de saudade. - Thiara Macedo (sdpm)

Percebi que em meio as nossas despedidas você sempre diz “se cuida”, e me dá um aperto no coração. Um aperto de não querer te deixar ir ou eu ir, de querer ficar mais e jogar conversa fora, ou então ficar só por ficar. Tá que nem sempre tínhamos papo, mas até com o nosso silêncio eu me contentava. Muitas vezes me incomodava, mas também me confortava. E sempre que começávamos a nos despedir, e você vinha com aquele papinho de “se cuida”, minha vontade era de gritar “FICA MAIS UM POUQUINHO PRA ME CUIDAR!”. Mas eu nunca dizia nada, e no fim morria de saudade. - Thiara Macedo (sdpm)

Publicado há 3 meses

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